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terça-feira, novembro 17, 2009

domingo, agosto 23, 2009

Morro Reuter: El Paradiso e F. Sholles

Ontem, domingo, o dia estava perfeito para um passeio na serra. Fomos pela BR 116, passamos a pequena cidade de Morro Reuter e entramos a direita na estrada VRS-833, que é uma rodovia vicinal localizada entre Santa Maria do Herval e Morro Reuter. Tem uns 200m de estrada de chão e depois é asfaltada. É um cenário de filme. www.turismoemmorroreuter.com.br
Vc vai encontrar vários restaurantes seguindo a estrada, onde predomina a culinária alemã. Esta vista é nos fundo do restaurante El Paradiso, onde tem um mirante pra apreciar todo o vale.




Além da culinária local e da natureza, outra atração são os ateliers de artistas que se instalaram na região. Certamente é um ótimo lugar pra buscar inspiração. Visitamos o atelier do artista Flávio Scholles, reconhecido internacionalmente, que escolheu os costumes e o povo da região como objeto de estudo e trabalho. Chama atenção tb a arquitetura em forma de "+" do seu atelier.

domingo, maio 03, 2009

Mercado Público, alcachofras e azeitonas

Programa clássico aos sábados em Porto Alegre: visitar o Mercado Público da cidade. E foi o que fizemos eu e a Natalie no sábado do feriadão de 1º de maio. Como de costume, sempre há um fluxo intenso de pessoas no Mercado. Muita gente. Um verdadeiro atrolho que por vezes chega a ser irritante. Mas tem coisas que vc só encontra lá. Por exemplo, a erva mate em pura folha, que dá um chimarrão mais forte e saboroso. Outra coisa que gosto de comprar lá são as azeitonas chilenas Azapa. São grandes e saborosas. Dá pra fazer uma excelente entrada misturando com ervas, azeite de oliva, queijo e um pão quentinho e crocante.
Além de um filé de abrotea fresquinho pro almoço de sábado, desta vez comprei tb alcachofras. Aquelas bem pequenas, usadas pra fazer conserva. Estava já pensando no almoço de domingo.
Confira a receita completa das mini bruschettas com azeitonas e ervas e as alcachofras com arroz selvagem crocante no Zucchine & Peperoni.

segunda-feira, março 23, 2009

Colheita da azeitona em Nova Roma


Olha só, parece inacreditável. Ontem colhi as primeiras azeitonas do tipo Arbequina que plantei em Nova Roma do Sul. É um pequeno teste que estou fazendo no sítio do meu pai. As oliveiras estão completando 3 anos. Ano que vem o volume de produção deve ser maior... ahahahahah.

sábado, março 14, 2009

Vinícola Marco Luigi

Eu e Natalie já visitamos quase todas as vinícolas do Vale dos Vinhedos. Das maiores às mais artesanais. Cada vez procuramos ir a alguma que seja nova pra nós. E sempre encontramos vinhos de qualidade que ainda não conheciamos. Desta vez fomos conhecer a Vinícola Marco Luigi(www.marcoluigi.com.br). É a última vinícola passando a Valduga e a Dom Cândido. Provamos várias safras e castas de uvas. Foi uma agradável surpresa. Recomendo uma passada lá.

quarta-feira, março 11, 2009

Monte Belo do Sul - RS



Outro lugar que curto muito ao visitar o Vale dos Vinhedos é dar uma passada na simpática cidade de Monte Belo do Sul. Fica no final da estrada dos Vinhedos, bem no alto do morro. De baixo vc avista somente as duas torres da igreja. Ali vc pode ver como vivem os descendentes italianos. E se souber falar o dialeto, vai se enturmar rapidinho. Várias casas do século passado foram recentemente restauradas e dão um clima especial ao lugar. Se tiver mais tempo pode se aventurar em uma das estradas vicinais que leva ao interior do município e ver de perto os lindos parreirais e casas antigas.

Restaurante Don Ziero

Sempre que vamos para o Vale dos Vinhedos, gosto de dar uma passada no Restaurante Don Ziero que fica dentro da Vinícola Cordelier. E sempre provo pratos diferentes, de preferência com carnes exóticas. Desta vez foi o filé de avestruz ao molho de vinho e especiarias acompanhado de um risoto de camembert. Na próxima visita, vai ser a vez da carne de javali ou de nutria. Outra dica legal, é que o valor do vinho é o mesmo que vc pagaria na loja que fica embaixo do restaurante (entre R$ 20,00 e R$ 22,00). Dois pratos diferentes acompanhados de um vinho da safra 2005 saem em torno de R$ 100,00.

Uvas!!!


Fevereiro é o mês ideal pra comer uvas de mesa na serra. E também provar o sabor da uva Merlot e Cabernet Sauvignon. E o melhor, direto no parreiral.

Onde o rio faz a curva

Saindo do Caminhos de Pedra pegamos a RS em direção a Veranópolis. Na descida da serra paramos num mirante para apreciar a vista do Rio das Antas.

No atelier do artista Bez Batti

Pra quem não conhece, Bez Batti é um artista gaúcho que usa o basalto como matéria-prima para o seu trabalho. Produz peças incríveis. No ano passado houve uma exposição da obra dele no MARGS e em diversas cidades brasileiras. Aqui fotos das janelas do atelier dele. Em breve o artista estará mudando de endereço. Vai pra outra propriedade que também fica no Caminhos de Pedra.

Caminhos de Pedra no Carnaval

Aqui, eu e meu pai embaixo da raiz da "Maria-mole", uma árvore típica da região. Logo que os imigrantes italianos chegaram nesta região cavaram pequenas cavernas sob estas árvores para se abrigar. Esta fica ao lado do Restaurante Nona Ludia.
No carnaval, eu e a Natalie decidimos voltar ao roteiro do Caminhos de Pedra em Bento e rever o que tinha ficado pra trás. Levei meu pai e meu irmão pra dar essa volta.

domingo, fevereiro 08, 2009

Caminhos de Pedra em Bento

Pra quem gosta do clima da Serra Gaúcha o roteiro Caminhos de Pedra é imperdível. Vc pode iniciar o passeio por Bento Gonçalves ou pelo lado de Farroupilha no distrito de São Marcos. Eu iniciei o roteiro pelo lado do Farroupilha, pois estava vindo de Nova Roma do Sul.

O Caminhos de Pedra é um museu vivo da imigração italiana. São várias casas típicas italianas onde funcionam: moinho colonial, ferraria, tecelagem, cantina colonial, casa de artesanato, restaurantes, etc. Tudo é bem sinalizado e bem conservado.


Vc vai encontrar a Casa da Ovelha, a Casa do Tomate, a Casa da Erva-Mate, a Casa do Coelho e várias outras atrações. Em todos os locais vc tem um pequeno retrato da cultura italina e tb pode adquirir produtos típicos da região.

Vinhos, geléias, conservas, licores, sucos, queijos, salames, massas, biscoitos, erva-mate. Vc vai encontrar de tudo. Confesso que não consegui visitar todos os pontos do roteiro. Em breve voltarei pra conferir os demais.

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Porto Alegre tb produz vinhos finos

Estava passeando pela Zona Sul da cidade no final de semana, mais precisamente na Estrada Belém Novo, quando me deparei com uma propriedade com belos parrreirais de uvas viníferas. Já tinha lido sobre alguns produtores de vinhos finos na zona rural de Porto Alegre. Este lugar se chama Villa Bari (www.vilabari.com.br). Falei por e-mail com o Barichello, proprietário do vinhedo, e ele me informou que seus rótulos estão à venda na Vinhos do Mundo. Ainda não comprei nenhum deles, mas em breve farei isso. A propriedade não é aberta à visitação, mas no segundo semestre haverá um programa de visitação aos sábados.

domingo, janeiro 11, 2009

Férias 8: Laguna com muita água

Dia 1º de janeiro, bem cedo, inicamos nossa descida pela Serra do Rio Do Rastro rumo a Laguna pra pegar uma praia. Na primeira parte da descida, muita neblina. Da metade para baixo, o nevoeiro estava alto e dava pra ver a paisagem na parte baixa. Mas muita chuva estava por vir.
Chegando em Laguna nos instalamos na Praia do Mar Grosso e aproveitamos a tarde pra caminhar pelos molhes da barra e planejar as caminhadas do dia seguinte.
Porém o tempo chuvoso decidiu melar tudo. No dia seguinte amanheceu com uma chuva fina. Aproveitamos então pra visitar o Museu Histórico da cidade e o casario antigo do centro da cidade. Ainda deu tempo pra subir no morro da Santa e ver a bela vista da região. Mas depois disso foi chuva e mais chuva.


Aproveitamos pra conhecer o restaurante Arrastão, um dos melhores no centrinho do Mar Grosso. Anchova grelhada, uma delícia. Espaguetti com frutos do mar, melhor ainda. Mas dia seguinte a chuva não parou e decidimos voltar a Porto Alegre. Ainda bem que saímos cedo. Na parte da tarde a estrada ficaria alagada. Assim nos escapamos de aparecer no noticiário.

Férias 7: Serra do Rio do Rastro

Bom, depois de Urubici partimos pra Bom Jardim da Serra, onde fica o mirante para a Serra do Rio do Rastro, e que foi o ponto alto da nossa viagem. Entre uma cidade e outra, novamente muitas montanhas e araucárias. O dia estava ensolarada, mas conforme iamos chegando perto de Bom Jardim da Serra o tempo ia fechando. Chegando na pequena cidade, fomos direto para o mirante que fica a 10 km do centro. E novamente a decepção: nevoeiro fechadíssimo, visibilidade zero. Voltamos pra cidade e nos instalamos no hotel. Não iriamos embora daqui sem ver esta serra.
Na manhã seguinte acordamos muito cedo. Normalmente a cerração sobe a partir do meio-dia no verão. 7h30 chegamos no mirante. E aí sim, fomos recompensados pela maravilhosa vista: montanhas e mais montanhas, a pequena estrada que desce a serra, céu azul e lá embaixo nuvens que daqui há algumas horas iriam ofuscar o espetáculo.


E mais sorte ainda tivemos à noite: a Serra do Rio do Rastro é iluminada por um gerador eólico. E foi no mirante apreciando a vista noturna da estrada e os fogos pipocando nas cidades embaixo que passamos nosso revelion, juntamente com boa parte dos moradores da cidade.

A gastronomia não é um ponto forte da região. Predominam as churrascarias e pizzarias. Mas nem sempre estão abertas à noite. Destaco aqui a Churrascaria da Cascata em Bom Jardim do Sul, que foi uma de nossas melhores refeições (atrás da churrascaria tem esta bela vista pra curtir).

Férias 6: Urubici

Saindo de São Joaquim, nosso próximo destino foi a cidade de Urubi, onde fica o ponto mais alto da região sul com 1800m de altitude. A simpática cidade fica num vale cercado por montanhas. No ponto mais alto do município, fica o CINDACTA, uma estação meteorológica da Aeronáutica. E deste ponto pode-se avistar o Morro da Igreja, a Pedra Furada e vários outros canions. Só que desta vez demos azar. O topo do morro fica a uns 30 Km da cidade. E nas duas tentativas que fizemos, ao chegarmos no topo estava totalmente fechado. Não se via nada além de 10m de distância.
A cidade é cercada por rios e cascatas onde vc pode fazer diversas trilhas, cavalgadas ou escaladas. Outra tentativa que fizemos foi a Serra do Corvo Branco, uma miniatura da Serra do Rio do Rastro, mas tb demos azar. No dia que fomos não dava pra ver nada. Só cerração.

Interessante a arquitetura da igreja da cidade. Este layout da frente é repetindo exatamente igual nos outros 3 lados, como se fosse uma cruz vista de cima.

Férias 5: Vinhos de altitude

Estava no roteiro inicial da viagem visitar algumas das vinícolas catarinenses que produzem vinhos de altitude. Em São Joaquim existem várias produzindo vinhos finos e de alta qualidade. O problema é que muitas delas ainda não tem estrutura pra receber enoturistas. Uma das poucas que está bem estrutura neste sentido é a Vila Francioni. Em função de ser época de Natal e Ano Novo, não conseguimos agendar uma visita, pois estava fechada. A sorte é que na cidade de São Joaquim encontrei um bela loja de vinhos com vários rótulos de vinícolas da região, do RS e do exterior tb. Comprei rótulos da Vila Francioni e da Sanjo. Ainda não provei. Estão aqui em casa "esperando" mais um pouco.

Férias 4: Araucárias

O que mais chama a atenção nesta região da serra catarinense (São Joaquim, Urubici, Bom Jardim do Sul) são as araucárias. Formando verdadeiras florestas ou no topo dos morros, compõe uma linda paisagem tanto em dias ensolaradas quanto com cerração, que é muito comum por aqui no verão.

Outro detalhe é quanto ao clima: como a média de altitude aqui é de 1400m as noites são frias, mesmo no verão. Tem que ter um casaco sempre à mão.